As entregas de drones estão avançando nos serviços de saúde

ALGUNS ANOS atrás, Jeff Bezos fez uma previsão. Em 2018, seu império de comércio eletrônico, a Amazon, entregaria itens por drone. A Prime Air ainda não foi lançada. Mas as startups estão progredindo – principalmente na área de saúde, onde estão disputando um lucrativo mercado global de US $ 70 bilhões em logística de saúde. Como lidam com reguladores e investidores, essas empresas estão traçando o caminho para outras entregas aéreas.

Uma das mais conhecidas é a Zipline, sediada em São Francisco, que decolou em Ruanda em 2016, onde agora é uma rede de drones médicos on-demand nacional, fornecendo 150 produtos médicos, principalmente sangue e vacinas, para difícil acesso locais. As taxas de mortalidade materna estão diminuindo graças à entrega de sangue. Outras empresas usaram drones para entregar medicamentos no Butão, Malawi e Papua Nova Guiné. Pacientes em muitos hospitais suíços podem receber resultados no dia em que uma amostra é coletada. A tirolesa está se expandindo para Gana e, no final deste ano, para a Carolina do Norte, um estado americano com muitas instalações médicas rurais fora do caminho. Ela quer atender 700 milhões de pessoas nos próximos três a quatro anos.

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